marketing hacker

Revolução

Dominar o mundo é fácil. Já tá!
O dificil é fazer o relatório

Marketing é hacker

Faz algum tempo, desde 1999, que escrevo na e para a web. Marketing Hacker foi o meu primeiro blog. Participei ativamente da construção daquilo que veio a ser a blogosfera tupiniquim. É engraçado que, apesar de viver em linkania, o tempo anda rápido na web. Se não cuidar desse 'traço de fama' sumimos na rede. Em alguns grupos não me enxergo mais. No entanto, muitos dos meus arquivos antigos continuam sendo indexados pelo Google. Outros desapereceram nas migrações dos sites onde eu publicava. Isso tudo é muito normal na rede.

Contextura

Interatividade significa a capacidade de interagir com pessoas. A Internet é um meio fantástico que permite aos indivíduos a troca de palavras, de idéias e deconhecimentos. Apesar da complexidade cibernética da rede, ela não funcionaria sem a participação de pessoas. Esta é a idéia generalizada no conceito de que os mercados são conversações. Isto é muito mais realista do que apenas dizer que os mercados conversam. Os mercados são conversações. Transmitem metaforicamente a interatividade das conexões.

Proibido proibir

Estive na contra mão. Fui chamado de louco, utópico, maluco digital. No entanto, vejo tanta gente caminhar na minha direção. Parece loucura! Todos correm em busca de algo comum. Fama, dinheiro. homens ou mulheres. Sou apenas um visionário. Me oponho a totalidade.

Dizem que a unanimidade é burra. O conservadorismo, no entanto, é unânime na manutenção de um pensamento maroto. É a pura malandragem de quem não tem interesse real na evolução. Batem na tecla da perfeição distorcida de um sistema que não alimenta justamente seus habitantes.

Republicação

Os arquivos antigos do Marketing Hacker estavam perdidos num blogspot. Migrei o servidor algumas vezes, logo, não havia nada no site. Mexi lá no blogspot e encaminhei todo o passado para marketinghacker.com.br/web/

Idéias estão

é difícil viver num mundo em que as idéias não são, mas estão... em que não há cartilha ou definições...
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Maria Alzira

Dos micromercados

Os micromercados estão se tornando inteligentes. Escrevi esse texto em 2001. Mas ainda encontro pretensos pesquisadores que não compreendem o significado da linkania. Ou seja, internet não tem a ver com computadores. Tem a ver com pessoas. E, ... essas pessoas encontraram nos blogs, fotologs e nos diversos ‘Orkuts’ uma nova forma de expressão. Um fluxo de informação anárquico, bagunçado e infinitamente mais poderoso do que todos os canais que conhecemos. Esses microcanais de comunicação existem porque existe audiência.

Sobre blogs

Paulo Bicarato faz uma análise interessante do alcance do fenômeno dos blogs:

(...) ainda há alguns analistas que surpreendem pela miopia: ao falar sobre blogs, questionam o número de acessos, por exemplo, entre outras características que têm interesse única e exclusivamente comercial. Mas os blogs não têm qualquer interesse comercial, em princípio. Podem, até, em determinados casos, acabar dando origem a algum projeto com interesse comercial, mas aí deixam de ser blogs. A voz pessoal de cada um, reverberando na rede, é que caracteriza essa efetivação da liberdade de expressão. E todos temos algo a dizer.
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do Paradoxo da informação

Apenas discurso

Em uma sociedade como a nossa, conhecemos, é certo, procedimentos de exclusão. O mais evidente, o mais familiar também, é a interdição. Sabe-se bem que não se tem o direito de dizer tudo, que não se pode falar de tudo em qualquer circunstância, que qualquer um, enfim, não pode falar de qualquer coisa. Tabu do objeto, ritual da circunstância, direito privilegiado ou exclusivo elo sujeito que fala: temos aí o jogo de três tipos de interdições que se cruzam, se reforçam ou se compensam, formando uma grade complexa que não cessa de se modificar. Notaria apenas que, em nossos dias, as regiões onde a grade é mais cerrada, onde os buracos negros se multiplicam, são as regiões da sexualidade e as da política: como se o discurso, longe de ser esse elemento transparente ou neutro no qual a sexualidade se desarma e a política se pacifica, fosse um dos lugares onde elas exercem, de modo privilegiado, alguns de seus mais temíveis poderes. Por mais que o discurso seja aparentemente bem pouca coisa, as interdições que o atingem revelam logo, rapidamente, sua ligação com o desejo e com o poder. Nisto não há nada de espantoso, visto que o discurso - como a psicanálise nos mostrou - não é simplesmente aquilo que manifesta (ou oculta) o desejo; é, também, aquilo que é o objeto do desejo; e visto que - isto a história não cessa de nos ensinar - o discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas aquilo por que, pelo que se luta, o poder do qual nos queremos apoderar.
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Foucault - A ordem do discurso

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