conversas

Conversações e público

O caráter cada vez mais urbano de nossa civilização faz com que o número de nossos amigos e conhecidos não cesse de aumentar enquanto seu grau de intimidade diminui, pois o que temos a dizer ou a escrever dirige-s e cada vez menos a indivíduos isolados e cada vez mais a grupos crescentemente numerosos. Nosso verdadeiro interlocutor, nosso verdadeiro correspondente é, cada vez mais, o público.
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Gabriel Tarde, A opinião e as massas, 137

Fala Bill Gates!!!


Domingo, 14 de outubro

Domingo, 14 de outubro. Uma promessa de chuva prevalece no céu. O dia tá cinza.

Domingo, 14 de outubro. Véspera de segunda feira. Promessa de muito trabalho. Enfim, vencemos o medo.

Só não existe o que não pode ser imaginado

Faz algum tempo que temos sugerido que o capitalismo está sofrendo um processo de ruptura através das conversaçôes da rede. Essa afirmação parece ingênua. E, talvez, um recorte leviano que nos aponta para uma verdade anunciada. Realmente, quando analisamos de fora, desvinculados das idéias recorrentes, parece uma grande utopia. Tento provar o contrário. Rede pressupõe engajamento e imanência.

Markets as Conversations

The points I intend to make here are, basically, three: (a) that markets should be understood, in an ideal-typical manner, as part of a general social order which I refer to by the ancient expression 'civil society' (CS); (b) that markets reinforce that order by shaping and influencing culture, politics and society so that they proceed, or function, in a civil manner; and (c) that we may get a better grasp of the way markets act and achieve this effect by developing an understanding of markets as conversations.(...)

Quando a angústia vira arte

A angústia move, essa é sua função. As frustrações são inevitáveis na vida, a não ser que estejamos loucos ou totalmente cindidos com a realidade, somos todos angustiados em viver. Seja no trabalho, nas relações familiares, na rua, na fazenda. Mas o que fazer com a angústia?

Conectar pessoas é uma arte

Achei essa frase nos meus alfarrábios:

Conectar computadores é um trabalho.
Conectar pessoas é uma arte.
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Eckart Wintzen

A frase é bonitinha. E, realmente, conectar pessoas tem muito a ver com conversas. Na web, conversas significam assincronidade, cluetrain, blogosfera, cultura hacker e outras formas de narrativas hiperlinkadas. Eu gosto dessa comparação com a arte. Fazer arte.

Google again

Esses caras sabem trabalhar - Gmail: A Behind the Scenes Video. As pessoas são chamadas para colaboração. Clipes dinâmicos. Montado em partes, remixados... beleza!

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