SubNews [01]

1. [Crítica]
2. [Wold Of Ends]
3. [Remix]
4. [Bônus]
5. [Filô]
6. [Disclaimer]

[Crítica]

Eu acho esse Second Life uma besteira. Consome muita máquina. Precisa de uma placa de vídeo razoável e, não vai funcionar em centros públicos de acesso. Logo, Second Life não é para todos. É para aqueles que podem comprar lindens (O sistema possui um sistema de moeda próprio chamado Linden Dollar (também grafado como L$), levando o mesmo nome da empresa mantenedora (Linden), que obviamente não tem valor algum direto no "mundo real"). Imagine pagar 10 lindens para comprar uma camiseta para o teu avatar usar. Que bobagem!

BTW 0: Imagine nossa vida no Second Life


BTW 1: É muito louco. Não dá para negar que tem um potencial . Eu, particularmente, acho que as possibilidades apontadas pelo Second Life são legais. Mas não é novidade, porque estamos fazendo a mesma coisa na web. Second Life quer ser uma internet dentro da internet. Por isso não vejo vantagens.


[Wold Of Ends]

Adding value to the Internet lowers its value.

Sounds screwy, but it's true. If you optimize a network for one type of application, you de-optimize it for others. For example, if you let the network give priority to voice or video data on the grounds that they need to arrive faster, you are telling other applications that they will have to wait. And as soon as you do that, you have turned the Net from something simple for everybody into something complicated for just one purpose. It isn't the Internet anymore.http://www.worldofends.com/

[Remix]

Colaboração é o novo paradigma;
Liberdade é link;
Ruptura paradigmática é o caos organizado;
Voz livre é mais rápida do que a mensagem;
CopyLeft exige colaboração;
Não existe colaboração sem generosidade
Internet não tem a ver com computadores. Tem a ver com pessoas.

[Bônus]

V1 committee gives thumbs down to Open XML doc spec
An endorsement by V1, the technical committee that advises the InterNational Committee for Information Technology Standards (INCITS), which represents the U.S. on this issue in the ISO, would have required a vote of "approval, with comments" from two-thirds of the 26 voting members.

[Filô]

Justiça popular

E assim que a burguesia vê as coisas; o que não quer dizer que as coisas se passarão como ela teme e que a junção do proletariado e de uma plebe marginal iria provocar a revolução. (...) Parece, com efeito, que no fim do século XVIII e no principio do XIX, a criminalidade foi percebida pelo próprio proletariado como uma forma de luta social. Quando se chega à associação como forma de luta, a criminalidade não tem mais exatamente este papel; ou melhor, a transgressão das leis, a inversão provisória individual da ordem e do poder que a criminalidade constitui não pode mais ter a mesma significação nem a mesma função nas lutas. E preciso notar que a burguesia, obrigada a recuar perante essas formas de associação do proletariado, fez tudo o que pôde para desligar esta força nova de uma fração do povo considerada como violenta, perigosa, sem respeito pela legalidade, disposta por conseguinte à sedição. Dentre todos os meios utilizados, houve alguns muito vastos (como a moral da escola primária, esse movimento que fazia passar toda uma ética através da alfabetização, a lei sob a letra), houve alguns muito reduzidos, de minúsculos e horríveis maquiavelismos (enquanto os sindicatos não possuíram personalidade jurídica, o poder esforçou−se por introduzir em seu seio elementos que um dia fugiam com o cofre; era impossível aos sindicatos prestar queixa; daí a reação de ódio contra os ladrões, desejo de ser protegido pela lei, etc.)

(...) Creio não ter tentado mostrar, no que acabo de dizer, que se trata de uma contradição fundamental. Descrevi um certo número de fatores e de efeitos, e tentei mostrar como eles se encadeavam e como o proletariado tinha podido até um certo ponto pactuar com a ideologia moral da burguesia.

(...) Portanto, uma vez mais,se colocarmos o problema: como tem funcionado o aparelho judiciário e, de uma maneira geral, o sistema penal? Eu respondo: ele sempre funcionou de modo a introduzir contradições no seio do povo. Não quero dizer − isso seria aberrante − que o sistema penal introduziu as contradições fundamentais, mas oponho−me à idéia de o sistema penal ser uma vaga superestrutura. Ele teve um papel constitutivo nas divisões da sociedade atual.
-- Foucault, A microfísica do poder; Sobre a justiça popular, 31-32

[Disclaimer]

Todo e qualquer texto publicado na SubNews reflete a opinião do autor. Ou, não!!! São idéias que linkam para outras idéias. Comentários...

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