subjetividade

Subjetivação, crenças e desejos

[via Cacau Freire] A fenomenologia clínica dos modos de subjetivação agenciados como fluxos de crenças e desejos, individuais e sociais segundo Gabriel Tarde:

“O tímido é a própria figura da oposição social elementar, aquela em que a bifurcação da crença e do desejo existe, mas é vazia como hesitação, isto é, como um momento de indecisão absoluta e paralisante entre duas correntes imitativas a seguir. Enquanto isso, o louco se aproxima da figura do inventor, uma vez que os dois partilham um posição mais supra-social do que social e trabalhom, a partir dessa posição minoritária, para provocar o desencadeamento de novos fluxos de crenças e desejos.

SubNews [12] - redes, subjetividade e pílulas vermelhas

0. Os dividuais - Depois de Freud o ser não é mais uno. Ele se divide em múltiplos
1. As redes são por demais reais - virtual e atual se misturam. Tudo é real!
2. Tecnologia maquínica - a informática e a tecnociência não são nada mais do que formas hiperdesenvolvidas da própria subjetividade.
3. Subjetividade - a polifônia nas relações.
4. Controle e liberdade - O controle e liberdade se fazem pela interação e em rede
5. Transformação - Não é necessário pedir permissão
5. Rizoma - o rizoma nos mostra o comportamento das redes
7. Produção biopolítica - contra os zubis prisioneiros
8. Bem-vindo ao Matrix - ... e por incrível que pareça é real também.

Subjetividade

Subjetividade, segundo Houiass, é realidade psíquica, emocional e cognitiva do ser humano, passível de manifestar-se simultaneamente nos âmbitos individual e coletivo, e comprometida com a apropriação intelectual dos objetos externos; O campo conceitual de subjetivação surge no trabalho de Foucault e é retomado por Deleuze e Guatarri. A subjetividade é engendrada, produzida, pelas redes e campos de força social (aqui entra o conceito de multidão, de Hardt e Negri);

As redes são por demais reais

Redes sempre tiveram o poder de produção de subjetividade e pensamento. A sociedade, o capital, o mercado, o trabalho, a arte, a guerra são hoje, definidos em termos de rede.

O fato de que pensar é pensar em rede.

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